Ten Lazir Matos

“o Referido que sempre se destacou pela sua atuação”

O representante da família Matos de Espumoso que consolida um modelo de relações institucionais

Seu profissionalismo e sua arte criaram um grande lastro de amizades com subordinados, colegas e superiores

O Tenente Lazir Matos, é filho de Lidoino de Matos (Agricultor e Carpinteiro) e de Francina Mathias (Dona de casa). Ele nasceu no dia 06 de março de 1959, no Distrito Campo Comprido, da cidade de Espumoso, O Ten Lazir tem um irmão, por parte de mãe e pai, e mais dois irmãos e duas irmãs, somente, por parte do segundo casamento dela mãe. Seu primeiro irmão tem um jornal em Canudos na cidade de Novo Hamburgo.

Lazir é o único integrante da família, que se interessou pelo trabalho policial militar e tornou-se brigadiano. Desde sua infância tinha o desejo de ser policial. Tanto, que buscou entrar no Pelotão de Polícia Mirim, de sua cidade, mas na época sua família não tinha recursos, para custear o fardamento de PM Mirim. Recordou que se espelhava no Sgt Cordeiro que serviu no Salto do Jacuí, por quem tinha admiração e permitiu que ele visse na Brigada Militar uma oportunidade.

Sua alfabetização foi tardia.  Até seus 13 anos estudou no colégio Miguel Calmon, aos 14 no Colégio Mobral parou seus estudos aos 17 anos, a partir daí serviu no 17º BI de Cruz Alta, decidiu retomar seus estudos depois que entrou para BM, concluiu seu ensino médio com um período no Escola EJA/BM e, conclusão, no Curso Universitário em Porto Alegre.

Engajou no exército (17º BI de Cruz Alta) e ficou quatro anos como Cabo. Saiu do exército em 12 de janeiro de 82 e em 09 de fevereiro, do mesmo ano, entrou na Brigada Militar. Incluiu na EsFECS, atual ETPM/Poa, onde fez o Curso de Formação de Soldado de Polícia Militar (CFSdPM), com duração de oito meses. O Ten Campos hoje Cel da reserva, foi seu padrinho na sua formatura de Sd, pois não tinha nenhum familiar presente ao ato. Foi classificado para servir no 11º Batalhão de Polícia Militar (11º BPM), onde permaneceu, desde 1983, por três anos.

O Tenente Lazir, então soldado, trabalhou em diversas atividades de policiamento extensivo e, inclusive, como cabo comandante de Patamos foi destaque, no tempo dos Cel França e  Cel Alvaro Ferreira. Em 97 foi transferido para o serviço de policiamento rodoviário. Assim, foi indicado para servir no BPRv (que era no bairro Cavalhada/Poa), no setor de inteligência desse OPM. Em 2004, prestou seleção ao Curso de Técnico em Segurança Pública (CTSP), que frequentou por um ano. Voltou a ser classificado no policiamento rodoviário.

E do rodoviário, em 2006, foi para Casa Militar, era 1º Sgt e foi transferiodo com destino o  3º  Batalhão de Polícia Rodoviária (3º BPRv), para o Grupo da cidade de Viamão, onde permaneceu por quatro meses. Como não assumiu o comando daquela fração que era o planejado pediu a reserva. E assim, com uma bela festa com os colegas no galpão crioulo, do GPRv de Viamão, se despediu do serviço ativo da corporação. Era o ano de 2007 estava transferido para a reserva remunerada como Tenente.

Imediatamente foi ser o coordenador de campanha, no bairro Partenon, do Ten Daniel  que se elegeu  presidenta da IBCM e o convidou para ir trabalhar naquela entidade, como chefe administrativo de laboratório, onde atua há nove anos.

Casou-se em 1983, na Igreja São Jorge, no bairro Partenon, em Porto Alegre.  Conheceu sua esposa – Marlene, em uma campanha do candidato a Deputado Milton Wirich (ex-comandante geral da BM), pois junto na campanha estava o pai de Marlene, Sgt Miguel Gonçalves (conhecido como Bugio) que serviu na antiga companhia de manutenção, nessa época na reserva como Ten, e o Lazir, então Sgt. Um fato que relembra foi de que para casar-se teve que pedir licença para seu comandante, por requerimento, que foi deferido e publicado em Boletim Interno da Unidade, como definia a legislação da época.

Com sua esposa, amiga e companheira vieram quatro meninas, Lazirene que trabalha com o pai na IBCM, Liziane (Antropóloga), Lidiane (Técnica Segurança do Trabalho na IBCM) e Lenize que decidiu seguir a profissão do pai, entrou na BM por Três anos por liminar por falta da CNH, fez curso em Osório, ficando três anos como SD na Brigada, trabalhou no Regimento e no Quartel do Comando Geral da BM (QCG/BM), e novamente prestou concurso, passou e está na turma pessoas que aguardam para serem incluídas.

Em sua nítida memória o Ten comenta que ainda se lembra dos tempos de abastecimento da família, no antigo Supermercado Centro Suprimento Subsistência (Brigadão).

Em sua época de reserva Ten Lazir teve uma frustação, de não poder ampliar o seu trabalha de artes, desejo que teve desde os tempos do exército, mas isso não foi motivo de desistir. Atualmente Lazir tem sete produções próprias sendo, seis CDs e um LP, teve um programa chamado (Mal de Garupa) em Cruz Alta, participou também de uma rádio em Itapuã e Urbana. Realizava shows em bailes e formaturas. Uma doença silenciosa fez com que desse uma pausa em sua atividade musical, Lazir descobriu que estava com Diabetes, precisa fazer Hemodiálise e de um transplante de rins, mas isso não se deixou abater, já está preparando um novo trabalho.
Relação dos CDs e do LP.

As atividades não pararam por ai, tinha iniciado curso de Direito em São Judas, uma parte de Administração na Estácio, atualmente faz Educação a Distância (EAD) na LAUREAT UNIFACS.

Sua mensagem que deixa para os jovens brigadianos: “Respeitar, aprender, e tirar os veteranos como exemplos, se prevenindo dos fatos que podem denegrir a instituição e sua carreira”.colagem-tenente-lazir tenente-familia

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Publicado por em nov 4 2016. Arquivado em 1. Brigadianos, Cap Bessi, HISTÓRIAS DE VIDA, Literatura. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Comentários e pings estão desabilitados.

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