As potencialidades dos órgãos SSP/RS

Quando o jornal Correio Brigadiano circulou no formato tabloide, em seu segundo número, na edição nº 21, de setembro de 1996, as manchetes da capa estavam marcadas pela  determinação em dar continuidade ampliada ao que era feito no “Informativo Mensagem Brigadiana”.  Algumas das chamadas de capa, do jornal não deixam dúvida:  1ª Turma de paraquedistas brigadianos tem duas mulheres; Clínica soldado Pedro Guilherme de Sena, nova Sede da IBCM em Santa Maria;  A profissional acima das adversidades da vida (PM Leila Maria da Silva); PMs trabalham em recuperação do barco da Patram; (na pág. 9) PMs destaque do mês (fotos e referências a 10 PMs Destaques) ; na contra-capa  “Campeões: soldado e capitão bombeiros”.

Mas na página 9, sem alarde de capas, estava o agradecimento da administração do jornal aos comandantes que apresentavam os policiais militares destaque. Foram nominados e fotografados. Ali se iniciava a relação fundamental de crescimento da mídia institucional. Aprendemos, tanto nós da mídia, quanto os administradores, aquela máxima constante de vários trabalhos acadêmicos da APM, de que os subordinados sabem das limitações de seus comandantes nas questões salariais, de promoções e transferências, todas reguladas por lei. Mas os soldados e sargentos não entendiam por que não eram valorizados, algo que não gera ônus e está ao alcance dos comandantes  de  Pelotão, Companhia, esquadrão ou SubGCI, Batalhão, Regimento ou Grupamento de Incêndio e dos Comandos Regionais de Polícia ou Bombeiro.

Assim, a segurança pública é estrategicamente gerenciada por Delegados e Coronéis ou Coronéis PM e Delegados da PC. Se eles motivam a cadeia de comando, sem alarde, o fato se reproduz. Queremos ter a oportunidade de continuar noticiando e destacando as boas ações e os trabalhos corretos desenvolvidos por policiais civis e militares. Buscanos a sensibilidade dos comandos e direções em todos os níveis. Que se retome a prática de apresentar os destaques do órgão policial na festa de aniversário do órgão. Mas, principalmente, em duas situações muito específicas, gostaríamos de contar com a parceria do comandos e titulares de órgãos policiais: quando o funcionário se afasta do serviço ativo, por aposentadoria ou reserva, ou na pior das hipóteses nas riscos de saúde ou  vida. A sociedade precisa ter registro e ser permanentemente lembrada e é essa a função que pretendemos desempenhar.

 Sempre que um órgão policial civil, militar, da susepe ou IGP, interagirem nessa premissa o jornal abc/JCB será parceiro retributivo, em abrir espaço de mídia, da forma mais generosa possível, para difundir o trabalho do respectivo órgão.

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Por Laboratorio Web