“Droga Mata” é ONG e Gessy sua representante no Sul

 

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Pessoa bastante vinculada à família brigadiana, em suas ações,  criou paraceria com a Brigada Militar

 

Gessi Drogamata

 

Com sua vida dedicada, exclusivamente, ao combate às drogas e buscando na Brigada Militar, uma simbiose de mútuo apoio, essa é Eva Gessi Ramos, mais conhecida com a “Embaixadora da campanha Droga Mata, para o Estado. Nasceu em 16 de junho de 1969, na cidade de  Sobradinho, filha  de Rosalina da Silva Ramos e Alfredo José Ramos. Mas define que teve por pais adotivos o casal de oficiais da Brigada Militar Cel da reserva Paulo Rocha e da Capitã Enfermeira Elaine Renz da Rocha.

Gessi, por ocasião  da perda de seus pais biológicos,  especificamente, sua mãe,teve um stress muito grande e no dia das mães, daquele ano, um tanto deprimida, ao ser cumprimentada pela Capitã Elaine, ela  Gessi fez-lhe o pedido dessa adoção simbólica. O marido da Cap Elaine, o Cel Rocha diz sobre isso: “ É verdadeiro, temos muito carinho por ela e procuramos ofertar-lhe carinho, respeito, solidariedade e amor… Ela enfrenta problemas de saúde e socorre-se do HBM/PA.”

Gessi tem três filhos: Henrique, Cassandro e José Willian; o primeiro de 17 anos estagia no Mac Donalds; o segundo de 14 anos estagia no Banrisul; e o terceiro tem nove anos; todos estão estudando regularmente em correspondentes anos escolares.

Ela veio com 16 anos de idade para Porto Alegre, em princípio para uma visita em uma tia, em Sapucaia do Sul. Mas, o passeio pela Estação Rodoviária de Porto Alegre fez uma guinada de rumo em sua vida. Iniciava ali, uma relação que persiste, dando a Rodoviária da Capital, a expressão de Portal de sua vida. Na lancheria Hermano Bar, que existe a esquerda da entrada, ela no dia seguinte já estava contratada trabalhando.

Uma relação de mais de 20 anos. Foi ali que estudou, se formou em auxiliar de enfermagem e chegou a trabalhar, na atividade, por um tempo, mas retornou. Seus filhos, filhos de policial militar, o primeiro de uma relação, mas os outros dois de um casamento que não deu certo, cujo ex-marido é um tenente da corporação. Seus filhos sua riqueza patrimonial que aplica todo o conhecimento dos problemas sociais e os protege ferozmente.

Ela permaneceu um ano, na casa de sua tia Genésia, que viera visitar por uns dias, em Sapucaia do Sul. Dali saiu para morar no bairro Jardim Leopoldina, na casa de uma amiga de trabalho, onde permaneceu por uns 4 ou 5 anos.  Após,  foi morar, agora como a locatária do imóvel, no bairro Passo Dorneles, sublocando  para outras moças, como aprendera quando esteve no imóvel anteriror. Nessa época, em uma Escola da Rua Annes Dias, no centro de Porto Alegre, frequentou o curso de Técnica de Enfermagem. Fez estágio no hospital da PUC. Ela que havia se afastado do serviço na Rodoviária, após o curso, faz seu retorno para a  sua lancheria Hermano.

Foi nessa época que conheceu o Sgt BM do CEIB, com quem casou em 1998 e com quem teve dois filhos. Foi em razão do acometimento de uma doença, pela qual necessitou  de internação longa, sendo que de seu retorno ao lar, ela fora substituída por outra. Em razão desse fato, enfrentou a violência doméstica grave, pegou seus filhos e fez valer seus direitos.

Começava uma nova fase da vida de Gessi e, nessa, seu encontro com o hospital da Brigada Militar, onde se socorreu da moléstia que se prolongava. Lá reconheceu policiais militares aos quais atendia e muitas vezes acolia na Rodováira. Ela tinha uma imensa relação com policiais militares, de ambos os sexos. Ela estava muito integranda à Brigada Militar, mais que o próprio casamento houvera representado

Seu círculo de amizades com brigadianos lhe criara um espaço especial, que agora lhe retribuia, mais que afetivamente, com uma participação efetiva como integrante da família brigadiana. Gessi tinha amigos que lhe auxiliavam.

Há pouco mais de um ano foi convidada a participar de uma ONG paulista de combate ao uso de drogas, criada e dirigida pelo ex-deputado federal daquele Estado, Mauro Borges, hoje um comunicador. Endereço na Internet é: www.drogamata.com.br/  O trabalho da ONG em São Paulo é midiático, atuando em eventos ou em shows feitos por artistas comprometidos com a causa, distiribuindo camisetas contra as drogas.

Aqui no Estado Gessi atua em paralelo às ações as ações do Proerd, com eventos próprios, mas também integrando as ações dos órgãs da SSP. São constantes suas fotos com autoridades púlbicas de todos os níveis.

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Publicado por em fev 15 2013. Arquivado em 2. Não policiais, HISTÓRIAS DE VIDA. Você pode acompanhar quaisquer respostas a esta entrada através do RSS 2.0. Comentários e pings estão desabilitados.

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