A marca registrada Brigadiano

História do jornal Correio Brigadiano (sua Marca)

 

A Polost Editora, empresa de minha propriedade, já em 1993, ancorava, para efeitos de legalização financeira do patrocínio, os veículos de comunicação produzidos pelo comando da Brigada Militar (entenda-se Polícia Militar do Estado do Rio Grande do Sul), doravante denominada de BM. No aniversário da Apesp, em 5 de julho de 1994, na sede da Polost Editora, o Tenente Coronel Vanderlei Pinheiro (este que narra e já na reserva), juntamente com o Maj Pércio Alvares e o falecido jornalista Victor Moraes, então servidor civil da BM, lotado na Assessoria de Comunicação do comando da BM traçaram um planejamento para que, independente do comando, pudesse a instituição Brigada Militar, contar com um veículo de mídia impressa, tipo segmentado, aos moldes dos bons jornais existentes na Capital do Estado.  O jornalista Vitor Moraes desde 1979, produzia os jornais da dos comandantes da Corporação

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Circulava na BM, à época, ancorado pela Polost o “jornal da Brigada”. (*) Ver grade e ilustração sobre house horgas que circularam, tanto da BM quanto de entidades (ONGs) vinculadas. Em janeiro de 1995 o “jornal da Brigada” foi transformado em informativo “Mensagem Brigadiana”, já dentro do espírito que discutiram Pinheiro, Percio e Vitor. Esta foi a primeira vez, que na história da Brigada Militar, a expressão “brigadiano” foi usada como nome de veículo de mídia impressa. Até então, os veículos de comunicação “House organs” da Brigada Militar mudavam de nome e de formato (tamanho e planejamento). sempre que ocorria troca da comando. Era assim, que historicamente vinha ocorrendo, sendo que desde 1978 fizemos o acompanhamento das transformações físicas dos house organs da BM.

 

A partir do “Mensagem Brigadiana” (conceituado em jul/94), além da ancoragem para efeito de regularizar os patrocínios, que eram buscados pelo comando e administrados na própria PM5, iniciou-se um novo modelo de trabalho informacional que, a partir da clipagem de mídia do Interior do Estado fazia-se o destaque de policiais militares com ilustração das matérias em pequenos ícones. A repercussão do método adotado como laboratório foi excelente.

 

O “Mensagem Brigadiana” circulou até maio de 1996. Circularam 19 edições numeradas sequencialmente e editado e com a assinatura empresarial da Polost Editora. A partir dele foram criadas condições para que, em junho de 1996, circulasse o jornal Correio Brigadiano (JCB) nº 1 e, no mês seguinte, o de nº 20, como continuidade do veículo anterior o Mensagem Brigadiana. Era a continuidade de um trabalho comprometido com a ética das relações de comando, mas com autonomia financeira, independência operativa e liberdade de expressão para os brigadianos. Jornalismo independente e segmentado.

Este ideário, de um jornal independente (jornal na aparência e adminstração) teve a participação do jornalista Victor Moraes, que assinou a responsabilidade técnica com seu MTb durante a circulação do Mensagem Brigadiana, até sua morte. Vitor faleceu vítima de câncer, no início do ano de 1996.  O Correio Brigadiano (JCB) tinha a parceria expressa do Comandante da Brigada Militar e estava autorizado ao uso de sua simbologia.

 

Em abril de 1999, o JCB passou a circular a cores e, em fevereiro de2001, aser editado quinzenalmente com a tiragem de 45 mil exemplares. Poucos meses após ocorreu sua maior transformação foi abranger todas as organizações de segurança pública. O jornal Correio Brigadiano (JCB) é o veículo da comunicação social de segurança pública gaúcha elaborado pelos brigadianos. Mesmo não sendo o veículo oficial da Brigada Militar (BM)  opera em sintonia com o comando e os quadros da corporação. Destina-se à divulgação do interesse geral dos militares estaduais da BM, assemelhados e familiares. Já iniciou seu engajamento com as demais categorias de servidores como: Polícia Civil (PC), Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe), Instituto Geral de Perícias (IGP) e Departamento de Trânsito (Detran), projetando atendê-los aos mesmos moldes com que atende a família brigadiana..

 

A principal preocupação do JCB é a valorização dos Recursos Humanos da segurança pública. Valorização essa em todos os níveis e especializações e, a partir deles, a defesa de interesses profissionais em prol da sociedade em consenso com as entidades de classe, sociais e filantrópicas dos servidores. São fiadores de nosso propósito o comandante-geral da Brigada Militar, os demais titulares de instituições e o secretário da Justiça e Segurança.

 

O JCB serve de ponte para as questões localizadas da segurança pública em interface política com – prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais e senadores e, também, com a sociedade civil organizada. Nossa capacidade técnica, enquanto veículo segmentado, se consolida no preceito constitucional do direito universal à informação. Entendida esta informação como produto técnico, imparcial e produtivo à sociedade. O jornal chega, efetivamente, em todos os locais de trabalho dos policiais militares, bombeiros e servidores civis da Brigada Militar, bem como nas demais organizações, citadas nos dados técnicos dos 497 municípios do Estado. A comprovada circulação do JCB o torna o único veículo estruturado capaz de atuar em toda a segurança pública gaúcha.

 

O JCB guarda características, ainda hoje, tanto dos informativos institucionais da Brigada Militar como “EMBM Notícias” (década de 70) ou “Jornal da Brigada” (década de 80), quanto do “Mensagem Brigadiana” (década de 90), aos quais sucedeu. O primeiroem tamanho meio ofício, o segundo tablóide, o terceiro novamenteem meio ofício, como ocorriam por conseqüência das trocas de comandos. Trocava o comando trocava o tamanho do jornal e se alteravam alguns princípios editorais. Única constante desse processo eram serem elaborados, os jornais, pelo mesmo esmerado técnico, o falecido servidor civil da Brigada Militar, jornalista Victor Moraes.

 

Em 2002 buscou o INPI para registro de sua Marca, já que a expressão brigadiano nunca houvera antes sido usada para designação de mídia impressa em toda a história da Brigada Militar. Também, buscou no INPI o registro da marca de seu uso na Segurança Pública “abc da segurança pública”, sendo titular dessa marca de conformidade. A história do vocábulo “brigadiano” como designação dos policiais militares gaúchos tem uma origem popular e não institucional. Ao contrário do que seu uso, por nossa mídia o promoveu, tornando-o afetivo, ao contrário, ele era até a década de 70/80 empregado uma marca de pejo aos integrantes da BM e não era grafado nos documentos institucionais. (anexo um resumo histórico da origem e desenvolvimento do termo “brigadiano” no Rio Grande do Sul).

 

Os Registros de Marca de conformidade pertencentes ao grupo, são:

– Correio Brigadiano – em três categorias

– abc da segurança pública

– Gofinho Eventos

– Patrulheiro

Vanderlei Martins Pinheiro – TenCel

Jul 2010

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